sexta-feira, 27 de novembro de 2015
domingo, 13 de setembro de 2015
Gaia 2015
Porque ontem teve lugar em Gaia mais um almoço da CAÇ - 4641 organizado pelo ex-Alferes Magalhães...
Inacabado…
Eu queria estar ai, mas não vou...
Abraçar os camaradas, mas não estou
De coração??? Sei que voou
Se calhar p´ro ano estou…
Motivo, nem sei se existe
A vida é mesmo assim
A sorrir… agora triste
Neste mar de frenesim
Magalhães, homem do norte
Eu sei que desiludi
Desejo-te muita sorte
Como se fosse p´ra mim
Porque continua inacabado…
No Pico da mocidade
Da morte, estive a um passo...
Numa guerra de verdade
Eu fui um soldado raso
Fui para guerra obrigado
Andei por vezes ao acaso
Valeu-me a camaradagem
Eu fui um soldado raso.
No meio de densas matas
E de capim tão serrado
Andei quilómetros sem fim
Eu fui um soldado raso
A sofrer d´ abstinência
Com a sorte tive um caso
Se calhar era demência
Eu Fui um Soldado raso
Vi sofrer e vi morrer
Também eu sofri calado
Não me deixavam falar
Eu fui um soldado raso
Desta guerra sem sentido
Algo foi aproveitado
Por lá fiz grandes amigos
Eu fui um soldado raso.
Fialho , Marques e Almeida
12/Set/2015Inacabado…
Eu queria estar ai, mas não vou...
Abraçar os camaradas, mas não estou
De coração??? Sei que voou
Se calhar p´ro ano estou…
Motivo, nem sei se existe
A vida é mesmo assim
A sorrir… agora triste
Neste mar de frenesim
Magalhães, homem do norte
Eu sei que desiludi
Desejo-te muita sorte
Como se fosse p´ra mim
Porque continua inacabado…
No Pico da mocidade
Da morte, estive a um passo...
Numa guerra de verdade
Eu fui um soldado raso
Fui para guerra obrigado
Andei por vezes ao acaso
Valeu-me a camaradagem
Eu fui um soldado raso.
No meio de densas matas
E de capim tão serrado
Andei quilómetros sem fim
Eu fui um soldado raso
A sofrer d´ abstinência
Com a sorte tive um caso
Se calhar era demência
Eu Fui um Soldado raso
Vi sofrer e vi morrer
Também eu sofri calado
Não me deixavam falar
Eu fui um soldado raso
Desta guerra sem sentido
Algo foi aproveitado
Por lá fiz grandes amigos
Eu fui um soldado raso.
Fialho , Marques e Almeida
Vila Nova de Gaia
https://www.youtube.com/watch?v=wEiDiMD9j5E&feature=youtu.be
domingo, 24 de maio de 2015
Eu fui um soldado raso!!
Eu fui um soldado raso
Numa guerra de verdade
Da morte, tive a um passo...
No Pico da mocidade
A sofrer d´ abstinência
Com a sorte tive um caso
Se calhar era demência
Eu Fui um Soldados raso
Parecia homem…era moço
Inocente e sem maldade
De adulto era um esboço
Numa guerra de verdade
Continua…
Fialho
segunda-feira, 4 de maio de 2015
Dia da mãe...
Mãe
Como filho fiquei órfão
De mãe e pai, é assim…
Ainda tenho os irmãos
São um pedaço de mim
Foi-me levar á estação
Sem sentir os pés na terra
Suava o seu coração
Ficou sem mãe á nascença
Por madrasta foi criada
Fico-me dela a parecença
Por todos foi muita amada
Mãe é mãe, a minha foi
Completa, mãe galinha
P´los cornos agarrou bois
Chamavam-lhe Custoidinha
Que tinha pelo na venta
Dava recados sozinha
Passou um mar de tormentas
Não era outra, era a minha
Fialho
NOTA: A minha ausência deste espaço, devesse ás manias desta coisa que se chama novas tecnologias
NOTA: A minha ausência deste espaço, devesse ás manias desta coisa que se chama novas tecnologias
sexta-feira, 25 de abril de 2014
Fiz do Cravo uma Nação
Fiz da Chaimite, um arado
E da granada um pião.
Da G 3, fiz um cajado.
E do cravo uma nação.
Da mochila, fiz sacolas
Do inimigo um irmão,
Dos quartéis eu fiz escolas,
Do desperdício fiz pão.
Fiz do Racal a guitarra,
Do gemido uma canção.
Do abutre uma cigarra
E da caserna, um salão.
Dos hélios fiz ambulâncias,
Das bases fiz hospitais.
Da guerra fiz tolerância
Dos namorados casais
Dos soldados fiz poetas.
Deputados, vendedores,
Serralheiros, escriturários,
Bancários e professores
Abril/2000
Leandro Fialho
quinta-feira, 17 de abril de 2014
25 de Abril - 40 Anos
De Abril, diz-se aguas mil
Para mim foi liberdade
Roubada á ditadura Vil
Num poema de verdade
Como arma uma canção
E um povo sem maldade
Cravo vermelho, coração
Para mim foi liberdade
Pura sã e sem rancores
Não fossem falsos gentis
Era o Abril dos Amores
Roubados á ditadura Vil
Que matou velhos e novos
Sem dó e sem piedade
Foram libertados povos
Num poema de verdade
Se não tem sido em Abril???
Teria sido em Janeiro…
E seremos muitos mil
Em Maio ou Fevereiro.
Abril 2014
Leandro
domingo, 30 de março de 2014
Alferes Lopes...
Faleceu a 21 de Março passado vitima de doença prolongada o nosso amigo e camarada Alferes Lopes - Onde quer que estejas um grande bem-haja, para a família enlutada os meus, penso que de todos, os nossos sentidos pêsames.
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